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Keywords Everywhere: a melhor extensão para Chrome com volumes de busca do Adwords

Keywords Everywhere: a melhor extensão para Chrome com volumes de busca do Adwords

Muitas estratégias de SEO tem como objetivo final trazer mais tráfego para o site. Ao mesmo tempo, muitos clientes pedem previsões de quanto de tráfego cada esforço que ele faz retornará para o seu site. Por isso, há uma grande quantidade de ferramentas e serviços que tentam acertar o volume de buscas das palavras-chaves.

Em resumo, basta você inserir uma palavra-chave que o site em questão vai te trazer quantas pessoas buscam por ele em um determinado período de tempo em uma determinada região. Algumas ainda aprofundam esses dados, trazendo a “Dificuldade”, ou seja, quanto mais competidores de alto escalão competirem por aquela palavra, mais difícil será que você conquiste ou mantenha as primeiras posições.

Quando se deve trazer volumes de busca para o cliente?

Como muitas coisas na Disciplina SEO, há controvérsias aqui. Há consultores que digam que uma vez no começo e em todos os relatórios mensais é necessário trazer um panorama de quantas visitas o cliente teve (puxando dados de Google Search Console e Google Analytics, por exemplo) e quantas ele pode ter caso venha a investir em termos como xyz e abc.

Já outra corrente do SEO diz que o volume de busca deve ser algo ignorado. É impossível determinar quantas pessoas realmente buscaram por aquela palavra e o Google não tem interesse direto em mostrar isso para os anunciantes de forma clara. Eu explico esse caso: O Google Keyword Planner, por exemplo, é uma ferramenta MUITO conhecida dos anunciantes e SEO’s. Porém:

O Google Keyword Planner só traz dados de busca que tiveram anúncio.

Ou seja: se a busca por ‘têns’ não tiver nenhum anúncio por 12 meses seguidos, o número de Volume de Busca cairá para zero. Mesmo que todo mundo continue pesquisando por ‘tênis’ no Orgânico.

Resultado de imagem para google images google keyword planner

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Por isso, é importante saber o que está sendo medido e lembrar que, infelizmente para nós SEOs, o Google valoriza muito, mas muito, mas muito mais o Adwords do que a parte orgânica.

Mas eu quero saber o volume de busca mesmo assim!

Então, queridíssimo leitor, deixe-me sugerir uma extensão para Google Chrome que pode ajudar sua vida. Ela se chama Keywords Everywhere e funciona muito bem no Google Chrome e você pode baixá-la utilizando esse link: https://chrome.google.com/webstore/detail/keywords-everywhere-keywo/hbapdpeemoojbophdfndmlgdhppljgmp

Por que utilizar essa Keywords Everywhere ao invés do Google Keyword Planner?

Por ser uma extensão não proprietária do Google, a Keywords Everywhere traz um pouco de ousadia para o jogo, por assim dizer. A ferramenta mostra volume de busca em muitos lugares muito úteis, como, por exemplo:

Keywords Everywhere funcionando na SERP

As SERP (ou Search Engine Result Page, em Inglês) são as páginas de resultado de quando você pesquisa algo no Google. Elas podem aparecer de milhares formas diferentes, dependendo diretamente do que você busca, onde você está e o contexto do que foi pesquisado.

Mas, no propósito desse post, vale mostrar que a Keywords Everywhere aparece logo abaixo do termo buscado, mostrando o volume de busca do que foi pesquisado com facilidade.

Logo ao lado do índice de Competição (que vai de 0 a 1, onde 1 é o mais difícil de conseguir), há um ícone de estrela para você favoritar algumas buscas e poder acompanhar o desenvolvimento do Volume de Buscas que ela tiver com o passar do tempo.

Também funciona no Google Search Console

Geralmente, as 3 colunas em amarelo não aparecem no Google Search Console. Mas basta você ativar a extensão que, na mesma visão geral do Search Analytics você vai ver as palavras que você tem mais potencial de crescer a quantidade de cliques.

Vale a pena, nesta análise, verificar a quantidade de volume de busca que a palavra-chave em questão possui versus o tráfego que você consegue dela. Quanto maior for essa distância, mais você pode crescer para palavras que você já consegue tráfego.

Neste caso específico, a primeira e a segunda palavra-chave desta lista são muito parecidas, o que faz com que o Google Keyword Planner considere o mesmo valor de Buscas Mensais para elas.

Os desenvolvedores disseram que iam consertar isso de o Google querer agrupar as palavras-chave similares, mas aparentemente isso ainda não é verdade.

Onde mais eu posso utilizar o Keywords Everywhere?

  • Google Trends
    Ferramenta que mede o INTERESSE por determinados tópicos. Já falei sobre ele aqui no blog, mas, resumidamente, não é a mesma coisa que volume de busca. Basicamente a ferramenta fala sobre popularidade.
  • eBay
  • Answer The Public
    Outra ótima ferramenta para SEOs pois mostra queries relativas ao termo que você puser. O mote aqui é “responda o público” e ele dá as perguntas relacionadas àquele tema para você responder. Por exemplo, se você deixar o termo “carro 0km” ele provavelmente vai dizer “como comprar carro 0km?” “onde comprar carro 0km?” e, se você responder todas as perguntas, provavelmente vai se tornar relevante para essas buscas.
  • Google Keyword Planner
    Engraçado pensar, mas o Keywords Everywhere funciona dentro do próprio lugar onde ele puxa as informações, complementando e adicionando colunas aos dados.
  • Bing
    Funciona também no concorrente, por que não?
  • Etsy
  • Soovle
  • Google Search Console
  • YouTube
    SEO para Youtube é uma disciplina que tem crescido muito. Sempre se diz que o Youtube é a segunda maior ferramenta de buscas do mundo, atrás apenas do Google. Se considerarmos vídeos, o Youtube é de longe a maior plataforma no planeta, hoje.
  • Ubersuggest
    Ferramenta interessante para encontrar buscas similares às que você está fazendo. Com o complemento do Keywords Everywhere já adianta bastante o processo de uma pesquisa de palavras-chave inicial no projeto do cliente.
  • Majestic
    Ferramenta multi-uso para analisar links e reputação online, pode ajudar a saber quantas buscas outros domínios tem no Keyword Planner.
  • Google Analytics
    Muito útil ter a integração com o GA para fechar a “tríade” das métricas que um bom SEO precisa ter como base. Google Analytics, Google Search Console e Google Adwords (também é bom dar uma olhada ver como o dinheiro do cliente rende melhor para focar em SEO e tentar fazê-lo economizar um pouco…)
  • Amazon
    Maior ecommerce do mundo, sou fã dos caras pela facilidade em comprar e pela gama dos produtos.
  • Keyword Shitter
    Bem similar ao Ubersuggest.

Como começar a utilizar?

O passo à passo é bem simples:

  1. Baixar a extensão para Chrome aqui (ou a extensão para Firefox aqui);
  2. Pegar sua API. Basta deixar seu email que você recebe automaticamente
  3. Fechar e abrir seu Google Chrome, clicar COM O BOTÃO DIREITO na extensão e depois em Options. (ou copie e cole isso na sua URL: chrome-extension://hbapdpeemoojbophdfndmlgdhppljgmp/html/options.html)
  4. Cole sua API no campo API Key e clique em “Validate”. Depois, selecione o país que você deseja ver o Volume de Buscas;

Configurações Gerais da Ferramenta

Depois de inserir a API Key, você pode mexer um pouco na Keywords Everywhere para ver como ela funciona melhor para você.

Pontos Negativos da Ferramenta

Ela ainda não funciona 100% no Brasil ou com Português Brasileiro. Por isso, sugiro que enviemos um email para o desenvolvedor chamado Akash akash@keywordseverywhere.com com o texto.

“Dear Akash.

I read an article in https://www.pandraus.com/dicas/extensao-chrome-keywords-everywhere and I would like to join the effort to have Brazilian Portuguese data in your extension.

We have big interest in your tool and it would help us even more to be better at our jobs.

Thanks in advance,

O email basicamente diz que você leu este artigo e decidiu enviar um email para ele pedindo que a extensão também tenha dados em Português. Além disso, fala que nós brasileiros temos bastante interesse na ferramenta e que tê-la em Português do Brasil nos ajudaria em nossos trabalhos.

Clique Aqui Para Enviar Email

 

Google lança Snippet do Add URL

Quem trabalha com SEO sabe que o Add URL é uma mão na roda quando não temos tempo ou possibilidade de ir até o Google Search Console para enviar uma URL para o índice do Google.

Belo design de 1999, Google:

Printscreen do Add URL, ferramenta do Google para jogar URL no indice

gostei da parte do “anúncios imediatos”

Agora temos uma novidade na SERP

Ao pesquisar por “Add URL” no Chrome, vi esse resultado

 

printscreen do add URL aparecendo na página de pesquisa do Google diretamente

Snippet riquíssimo do ADD URL

Como usar o Add URL?

Basta colocar a URL que você quer adicionar. No caso, vou fazer o exemplo com a URL desse próprio artigo.

colocando a URL desse post no Add URL

usando o add URL direto do Google

O segundo passo é confirmar o Captcha (só fico pensando a quantidade de SPAM que teria se não fossem esses malditos captchas)

captcha para adicionar URL no Google

esse é o primeiro de dois captchas que aparecem na tela

Aí, finalmente, você terá a sua URL adicionada ao Google. Porém, vem o aviso de que “A Página pode não ranquear imediatamente nos resultados do Google, mas podem melhorar com o tempo. Monitore o tráfego de busca do seu site no Google Search Console.”

"A Página pode não ranquear imediatamente nos resultados do Google, mas podem melhorar com o tempo. Monitore o tráfego de busca do seu site no Google Search Console."

“A Página pode não ranquear imediatamente nos resultados do Google, mas podem melhorar com o tempo. Monitore o tráfego de busca do seu site no Google Search Console.”

Vale a pena usar essas ferramentas de indexação?

Outras formas de ter essas páginas encontradas rapidamente são:

  1. Usar sitemaps.xml pequenos e que se atualizam automaticamente, deixando as páginas mais recentes em primeiro. Assim o Google se interessa por esses sitemaps e os visita frequentemente.
  2. Linkagem interna de qualidade que faça com que o Google encontre essas URL’s novas com facilidade. Não se esqueça da versão mobile do seu site nesse aspecto!
  3. Linkagem externa de qualidade. O UOL é visitado pelo robô do Google frequentemente. Se ele encontra um link seu lá, vai começar a se interessar por você também;
  4. Anúncios: queira ou não queria, o anúncio está lá disponível na hora que você quiser e trazer tráfego para páginas novas é sempre uma boa pedida.
  5. Google Search Console: por último mas não menos importante, o nosso antigo Google Webmaster Tools tem a função Buscar como o Google e que, depois permite o envio das URLs.
  6. Robots.txt: não deixe os buscadores rastrearem seu site e darem de cara na parede. Você pode bloquear o rastreio de seções ou páginas do site usando regras avançadas do arquivo robots;
  7. Mantenha seu site atualizado: evite ter páginas 404 espalhadas por todos lados para que o robô do Google não diminua sua taxa de rastreio.

JivoChat e a importância de se comunicar

Todas as formas de marketing (online, offline, guerrilha, tradicional, pagã, moderna. Todas mesmo!) pregam uma mesma frase:

Você tem que falar com o seu público na hora exata: quando ele quer falar com você.

Eu digo mais: você tem que estar disponível nesse momento. Seja por Facebook Messenger usando bots ou via fax, não importa.

Já há muito tempo no mercado, as ferramentas de chat online possibilitam que você fale com seu online em momentos cruciais nos seus processos de compra. Vou detalhar abaixo alguns deles e você vai concordar comigo que ter um chat em seu site pode resolver o seu problema de vendas.

A JivoChat tem sido a mais inovadora e completa empresa que trabalha com chats online nos últimos anos. Apesar de ser um mercado bem recente, é importante pensar que agilidade na implementação das inovações também ajuda você, possível cliente da JivoChat ou de qualquer chat online (ou suportes online em geral) a crescer.

Informações sem precisar procurar

Seu cliente é preguiçoso na Internet. E eu sei disso porque todos nós somos. Eu mesmo, se eu não encontrar uma informação na página onde estou e nem ver a luz no fim do túnel em algum link óbvio no menu, pode ter certeza que eu volto pro Google e pesquiso novamente o que estava procurando de uma forma mais detalhada.

Se seu cliente acessou seu site por “capinha de celular” ele volta para o Google e pesquisa “capinha de celular unicórnio”. Pode ser que suas capinhas de celular de unicórnio estavam dentro da categoria “seres místicos e lindinhos”. Mas, na Internet, a pessoa não vai te dar uma segunda chance.

Não seria interessante ter uma ferramenta a convidando para conversar com os dizeres: “se precisar estou aqui”. Não é bem parecido com o trabalho dos vendedores de loja de shopping que sabem tudo que existe no estoque?

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Negociação

Alguns tipos de produto abrem margem para negociação e nada melhor que uma ferramenta de chat online para resolver esse problema. Um site de leads para concessionárias de carros usados, por exemplo, pode ser muito mais interessante caso tenha uma equipe de vendedores à disposição para quem procura carros na Internet.

Hoje ninguém mais tem paciência de procurar por carros nos Classificados, ir até a concessionária num Domingo à tarde e, ao chegar lá, descobrir que o carro não tem determinado atributo que dizia no anúncio que tinha. A Internet é muito mais dinâmica que isso.

Aí basta deixar pré-definida uma margem de desconto pré-aprovada para os operadores do chat negociarem com os clientes e aproveitar a chuva de leads.

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Rapidez de Comunicação

E-mails são ótimas formas de se comunicar com seus clientes, mas são muito lentos. Nunca troquei um e-mail em tempo real com ninguém, enquanto que com o Chat é mais esperado que se tenha essa troca rápida de mensagens, que tudo seja decidido com agilidade e que o cliente faça a compra ou tire uma dúvida em menos de 10 minutos.

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Suporte

Não há melhor forma de suporte que um chat online. Dúvidas frequentes é bom, glossário também. Mas um chat online, com alguém respondendo rapidamente à todas as perguntas do cliente dificilmente satisfaz mais um visitante do seu site. Além disso, geralmente em chats online não há grandes filas de espera, ou menus complicados como os do telemarketing.

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Suporte Online rápido

É possível fazer suporte online sem precisar de uma ferramenta de chat. Claro que é. O e-mail fez isso maravilhosamente bem por anos. Porém, hoje eu só vejo o uso do e-mail como algo formal que precisa de documentação (o famoso cover your ass).

Vou enviar por e-mail que aí tenho a prova que ele recebeu

O seu site pode ser mais dinâmico se a ferramenta de chat online tiver um painel administrativo que salva todas as conversas. Creio que todas as mais conhecidas tem essa opção nos planos pagos. Vale a pena investir nesse tipo de segurança para você e sua empresa até judicialmente falando.

Vender mais

Você já percebeu que no canto direito inferior dos sites quase sempre tem um chat? Acho que só não tem chat quem não tem equipe para responder os clientes.

Caso contrário, ter um chat é sinônimo de vender mais e ter menos devoluções, já que seus clientes estarão melhor informados sobre seu produto ou serviço.

E olha como é fácil instalar o chat no seu site:

Fácil e rápido!

Se quiser discutir mais sobre o chat online, fique à vontade para me chamar no e-mail contato@pandraus.com ou usar nossa seção de dúvidas

 

 

Little Big Details – O reduto de User Experience

Já falamos de User Experience aqui no post Desde quando Mobile é importante para SEO?. Pensando em dar exemplos mais claros, trazemos aqui alguns ótimos motivos para você melhorar o UX do seu site ou aplicativo.

Trello

Eles tem um link que você deve arrastar para sua Barra de Favoritos. Caso você só clique no link, o texto começa a aumentar mostrando a ação certa. Depois disso, vira uma brincadeira interessante.

iTunes

Quando o usuário está em uma tela comum, o menu é uma lista de bullet points. Se ele estiver usando uma tela retina (com definição superior) aí a lista é numerada. Genial!

iTunes - Shows a numbered list icon for retina displays and a normal list icon for lower resolution displays. /via @fielvlieger

 

Google SERP

Quem já assistiu o filme O Jogo da Imitação lembra do que se trata o Bletchley Park. Quando você pesquisa por esse local, o Google mostra uma “desencriptação ao vivo” do nome do local. Brincadeira muito bacana e com conceito incrível.

 

Coursera

Se você está procurando por um emprego, eles te indicam alguns cursos relacionados. É genial, porque as pessoas precisam se qualificar para as vagas.

Coursera – Recommends online courses related to the job you are looking at /via Mayank Khanna

Google Chrome

Se você estiver em uma conexão insegura (aqueles wi-fi’s alternativos de aeroportos) ele não permite que você insira automaticamente seu cartão de crédito.

Chrome - When it detects you’re on an insecure connection, it refuses to auto fill credit card details.

 

Google Maps (para iOS)

Quando a rota de caminhada é maior que 5 horas, o ícone do homenzinho vira um “andarilho”. Bom demais!

Google Maps for iOS – when the suggested walking route will take more than 5 hours, the ‘walking man’ icon gets a hiking stick and backpack.

Enfim, esses são alguns ótimos exemplos que ilustram a qualidade que esse blog tem.

Se você quer se especializar em UX, comece a reparar nesses tipos de detalhes.

Tem algum detalhe que você percebeu? Envie para eles ou para nós, para publicarmos e espalhar o conhecimento.

Qual a importância de ter um site atualizado?

Qual a importância de ter um site atualizado?

Quando devo atualizar meu site?

Recentemente, em uma visita a um cliente, respondemos a essa pergunta. E como pode ser uma dúvida de interesse geral, vamos publicar aqui um artigo com a nossa resposta e mais algumas fontes interessantes.

Quais as vantagens em ter um site?

Primeiro vamos citar as vantagens comuns em ter um site. Pensando rapidamente no assunto, são:

Divulgação constante

Ter um site permitirá que, mesmo em dias que você não esteja trabalhando ou em horários que esteja fechado, sua clientela possa te encontrar e já adiantar um pedido ou tirar uma dúvida.

Se você tiver um e-commerce, o seu site é seu funcionário 24h por dia, 365 dias por ano. Dependendo do seu modelo de negócio, você pode atender o Brasil todo, sem limites geográficos que uma empresa sem site possui.

atualizar um site

atualize seu site e obtenha melhores resultados.

Relacionamento com o cliente

Páginas de Dúvidas Frequentes, Manuais de Instrução e Contato são formas de ter um canal de comunicação com seu cliente. Se você quiser, um chat online pode ajudar bastante seus clientes a entenderem seu site e sua empresa.

Dica: disponibilize no seu site canais de interação, fotos e detalhes da sua empresa.

Explorar novas oportunidades

Tendo um negócio físico você pode atingir somente quantas pessoas couberem na sua loja. Isso não é um problema para grandes lojas com bastante espaço. Mas, se você quiser 1.000 clientes por segundo em uma loja que custe menos de R$ 100 por mês o aluguel, aí você precisa vir para a Internet!

Além disso, na Internet o cliente procura pelo seu negócio e te encontra. Já no modelo tradicional a internet é fundamental para que você consiga explorar novas oportunidades de negócios e investir em novos nichos de mercado, atingindo um público que seria impossível atingir sem um site.

Se você quiser clientes batendo à sua porta, entre em contato conosco para saber mais sobre SEO.

Canal de vendas

Já pensou vender o que você vende durante a madrugada, dormindo? Com o advento do e-commerce, você aumenta o potencial de vendas da sua empresa e passa a explorar mais sua atuação no mercado.

Tendo uma loja virtual você pode trazer clientes de todos os lugares do Brasil e fazer envios via Correios do conforto da sua casa. E, como se fosse pouco, pode continuar vendendo para esses clientes utilizando estratégias de e-mail marketing poderosas.

qual a melhor forma de atualizar um site?

desvantagens em atualizar um wordpress

Quais as vantagens em atualizar um site?

Digamos que você já tenha um site antigo, feito antes de 2010. Provavelmente ele traga alguns clientes e você está OK com isso, mas o layout já não lhe agrada tanto e você pensa em repaginação e modernização. Veja mais alguns pontos para te convencer a entrar em contato conosco e refazer seu site:

 Segurança

Ter um site atualizado é essencial para a segurança do mesmo. Hacker se aproveitam de falhar de segurança antigas em sites antigos para invadirem seu servidor e alterarem arquivos, roubarem dados e até utilizarem o cartão de crédito de seus clientes se as informações não forem devidamente criptografadas, por exemplo.

Velocidade

Um site com linguagens atualizadas de programação geralmente é mais ágil. Um exemplo é o PHP7 em relação ao PHP5 que ainda é vastamente utilizado. O WordPress, CMS mais utilizado na Internet, é baseado em PHP. Se o seu desenvolvedor ainda não atualizou para o PHP7, você pode estar perdendo até 30% de performance (velocidade) no seu site. Ele custa mais caro para o seu servidor, para você, demora mais para carregar para seus clientes e você perde dinheiro.

Vender Mais

Com um site atualizado a sua chance de concretizar a venda é muito maior. Eu explico: gateways de pagamento só concluem a venda quando se sentem suficientemente seguros para finalizar a transação. Somente se acreditarem que realmente, tal pessoa comprou / compraria tal produto.

Com sites desatualizados, você pode estar trabalhando com gateways de pagamento antigos. E isso, para as seguradoras de cartão de crédito, é muito ruim.

Sem falar na influência que a experiência do usuário tem no fluxo de compra. Um site lento, que trava e é feio com certeza influencia negativamente na quantidade de compras da sua loja virtual.

É isso, pessoal. Aí estão algumas vantagens em atualizar o seu site.
Gostou do texto? Se quiser, entre em contato conosco para agendarmos uma ligação, reunião ou para que enviemos nossa proposta de reformulação de site para você.

Veja nossa seção de Dúvidas Frequentes sobre Atualizar um Site.

Refazer ou Atualizar um Site?

A diferença entre refazer e atualizar um site é simples: quando você se propõe a refazer um site, já pode pensar em uma nova Arquitetura da Informação, um novo layout e uma nova experiência do usuário. O ponto negativo de refazer o site é que a análise de SEO deve ser mais extensa, já que tudo que foi conquistado ao longo dos anos deve se manter. Atualizar um site geralmente é mais simples, mas deve-se levar em consideração que alguns sites necessitam de um extreme makeover. Se você apenas atualizar um site em Flash, por exemplo, pouco valeu seu esforço para SEO. Pode ser que seu site tenha ficado mais bonito e só isso já seja o suficiente.

Trocar ou Melhorar o Conteúdo?

Depende muito de como os usuários entendem seu conteúdo. Se for algo ultrapassado, vale a pena trocar totalmente (incluindo uma repaginada na Arquitetura da Informação). Se for algo que ainda seja entendido como uma boa fonte de informação, apenas atualize as fontes, dados, links e qualidade da informação. Um texto sobre a Corrupção no Brasil, por exemplo, precisa ser atualizado constantemente. Um texto sobre “o que é corrupção” nem tanto.

Desde quando Mobile é importante para SEO?

Desde quando Mobile é importante para SEO?

Mais de 50% dos acessos do Google são por celulares. Desde quando Mobile SEO é importante e quais preocupações você deve ter?

Começando do começo: O que é Mobile SEO?

Mobile SEO é um conjunto de estratégias que um proprietário de site ou aplicativos deve seguir para ter seu site mobile bem visto pelos buscadores. Essas estratégias agregarão acessibilidade, usabilidade, rastreabilidade, velocidade e outros fatores de experiência do usuário como qualidade de conteúdo e qualidade do produto / serviço. Vamos detalhar tudo abaixo.

Rastreabilidade

Para começar, o seu site deve ser no mínimo rastreável. Aqui nós vamos nos preocupar com as meta-tags noindex, nofollow. De nada adianta você ter um site maravilhoso, com um produto maravilhoso a um preço maravilhoso se os buscadores não tem permissão para te indexar.

Apenas explicando os significados das meta-tags:

  • noindex: informa ao buscador que não quer que a página seja indexada. Ou seja, se você puser um noindex na Home do seu site, ela não indexará.
  • nofollow: informa ao buscador que os links daquela página não devem ser seguidos. Se você tiver um nofollow na página de lista de produtos, o crawler não vai conseguir passar da listagem para a página de produtos naturalmente. Aí você precisa ainda mais de um sitemap.xml.

Comportamento semelhante pode ser criado no robots.txt (arquivo responsável pela “portaria” do seu site);

  • disallow: informa ao buscador que não quer que a página seja RASTREADA. Ela pode ser indexada, mas provavelmente perderá muita performance e só aparecerá para termos branded (e olhe lá);

Você pode e deve utilizar essas tags se souber como fazê-lo. Evite indexar páginas repetidas ou com conteúdo muito parecido, por exemplo. Mas, na medida do possível, deixe seu site rastreável para que o buscador possa fazer a parte dele.

Se você quiser ver mais informações sobre a taxa de rastreamento do seu site, acesse o seu Google Search Console e, dentro de Rastreamento, clique em Estatísticas de Rastreamento e faça uma análise do seu site. O site abaixo, de um cliente nosso, está com uma saudável taxa de 316 páginas rastreadas por dia (sendo que ele tem 400 artigos publicados).

Rastreamento Google Search Console

Seção Estatísticas de Rastreamento do Google Search Console

(você pode ver mais sobre esses termos técnicos no Glossário SEO)

Acessibilidade

Para falar de Acessibilidade é importante dizer que ela não é apenas online. Uma rampa para cadeirantes é um exemplo clássico e antigo.

Agora que seu site é encontrável, vamos começar a pensar se ele é acessível. E, para pensar em Acessibilidade não é tão simples quanto pode parecer. Vamos filosofar sobre alguns aspectos aqui para refletir como acessibilidade é importante:

  1. Quais dificuldades ele pode ter?
    Em determinados momentos do dia um usuário do seu site pode ter dificuldades diferentes. Digamos que você tenha um site para pais de primeira viagem. Agora eu gostaria que você imaginasse um pai, segurando um bebê e pesquisando ” como fazer mamadeira” dentro do seu site. O bebê está chorando e, por mais que a informação seja essencial para ele, você precisa entregá-la rapidamente. Como você pode solucionar isso? Bem, eu vejo algumas maneiras:
    a) tendo uma busca por voz no seu site. Assim, com um toque na tela ele começa a falar e já interage com seu site sem precisar usar os dois dedões para digitar.
    b) categorizando de várias formas seu conteúdo. Um pai desesperado não pensa da mesma forma que um usuário que está em um funil de vendas, encurralado por um perfil que você definiu previamente. Você poderia categorizar o post da mamadeira em [alimentação, [Cuidados Iniciais], [Dicas Para a Primeira Semana] e [Cozinha]. Todos os caminhos levam à Roma.
    c) criando um CRM. Crie uma régua de e-mails que envia periodicamente dicas que outros pais já queriam naquela semana pós-nascimento. Na primeira semana os problemas sempre são esses. Na segunda semana passam a ser esses. Assim você se antevê aos problemas do usuário e ele vai se lembrar de você como uma empresa competente e alerta para a vida dele.
  2. Quais necessidades ele tem?
    Aqui podemos falar tanto de necessidades especiais quanto de necessidades físicas comuns. Eu, por exemplo, uso óculos. Nunca comprei um óculos pela Internet porque, por incrível que pareça, as informações estão em letras muito pequenas ou as fotos estão em qualidade muito baixa. Isso faz com que eu não tenha acesso à informação, seja ela qual for. De nada adianta ficar em primeiro no Google para óculos nesse caso.Em necessidades especiais o tópico Acessibilidade se estende por vários tópicos. Deficiência motora, visual, auditiva, cognitiva e por aí vai. Cada grupo desses tem uma série de adaptações que precisam ser feitas. Se você acha que são poucas pessoas, no Brasil são 6,2% da população com algum tipo de deficiência. Essas pessoas poderiam ser suas clientes. Poderiam. Se o seu site mobile pensasse em SEO.
  3. Qual é o momento da vida dele?
    Seguindo o exemplo de pai de primeira viagem, você sabia que 78% das pessoas que compram carros Sedan foi porque tiveram o primeiro filho? Com cadeirinha, brinquedos, mantas, mamadeiras, cobertas, papel higiênico, fraldas e mais a mudança diária que um bebê traz consigo, parece óbvio que um porta malas maior é uma boa ideia. Mas uma pessoa só precisa do que ela precisa quando precisa, não adianta empurrar antes.
    Pensando nisso, seja acessível para seu público trazendo informações que alinhem com a expectativa da persona para quem você está escrevendo.

Usabilidade

Um dos tópicos mais importantes para Mobile SEO, Usabilidade é a facilidade de um usuário encontrar a informação pela qual ele procura. Sem pop-ups, pop-unders, formulários piscando na tela, texto muito pequeno ou muito grande. A informação que está no Desktop vai para o Mobile e só. Seria simples se fosse assim:

conteúdo no mobile

Como o seu conteúdo deve aparecer no mobile

Mas não. Quanto mais intersticial, pop-up e formulário tiver em uma página, parece que é melhor. Provavelmente essas técnicas de Inbound Marketing podem ser utilizadas de forma menos agressiva, mas isso é assunto para outro post.

Em Usabilidade vamos tratar da dificuldade que um usuário tem em consumir seu conteúdo. Aliado com Acessibilidade, o fator Usabilidade tenta trazer clareza para seu usuário e pode se basear em alguns passos importantes:

  • facilidade de aprender: se é a primeira vez que um usuário acessa o seu site, qual a dificuldade que ele terá em realizar uma compra? Essa dificuldade é proporcional ao valor agregado da mesma? Você não pode vender uma casa em 3 cliques, mas talvez possa facilitar o processo para quem apenas quer fazer o download de um e-book.
  • funcionalidade: na falta de uma palavra melhor, é quão funcional o seu site ou serviço se mostra. Sabendo o que precisa fazer, o cliente consegue? Por exemplo, ao digitar o campo do CPF, o site já preenche os pontos automaticamente? E isso funciona com maestria ou dá erros no mobile?
  • recorrência: um cliente antigo que volta ao seu site vai encontrar tudo diferente? Se sim, a mudança é para melhor ou ele vai ter que recomeçar o processo como um todo? O que lhe vale ser um cliente recorrente?
  • erros: é normal que aconteçam, mas o que acontece quando eles acontecem? Você redireciona para uma página fria ou tem algo relacionado com o caminho do usuário?
  • satisfação: além de realizar uma tarefa, é gostoso utilizar seu site, serviço ou produto? Cada descoberta realizada traz prazer ou alívio para seu cliente? Se for prazer, você está no caminho certo. Se for alívio, pode ser que ele esteja prestes a desistir de você.

Experiência do Usuário

Englobando Acessibilidade e Usabilidade temos Experiência do Usuário. Geralmente abreviada para UX (User eXperience), é a disciplina que faz com que toda a teoria de Acessibilidade e Usabilidade tenham retornos práticos para um cliente. A Experiência do Usuário geralmente é delimitada em aspectos do site, mas tal qual Acessibilidade e Usabilidade, é maior do que a Internet e afeta a Internet inteiramente.

Um exemplo disso é a recente ação truculenta da United em retirar, forçadamente, um passageiro de um de seus aviões após praticar overbooking. As ações caíram mais de 1 bilhão de dólares em um dia e, mesmo que vários usuários não tenham sido diretamente afetados, podemos ver a experiência de quem tem que pegar um vôo com a United agora foi prejudicada.

 

GIF’s a parte, a Experiência do Usuário é todo sentimento que ele tem no momento que tem qualquer contato com a sua marca.

Se sua embalagem é difícil de abrir, isso pode ser irritante para uma pessoa comum. Mas, para um portador de dificuldades motoras pode se tornar um impeditivo de compra. Se você quiser testar como um deficiente visual acessa o seu site, faça o download do Jaws. Ele é um leitor de tela para deficientes visuais, que, em resumo, lê o que a tela mostra para o usuário. Como são muitas informações, você navega utilizando a tecla TAB e vai sofrendo lentamente porque nada faz sentido.

Velocidade

A velocidade é importante para SEO e fundamental para mobile SEO. Geralmente em qualidades de conexão menores, um usuário mobile tende a sair do site em menos de 3 segundos se não houver nada em sua tela até lá. Ou seja: em um 3G porcaria do Brasil, o seu site tem que carregar rápido.

Por isso, não perca o tempo de ninguém com pop-ups, formulários e imagens à toa no mobile. Tenha um site clean e que passe o conteúdo claramente logo no começo da navegação do usuário.

Pense também em aproveitar momentos que o usuário tenha conexão ativa para baixar arquivos para o cache do seu celular em um Progressive Web App (veja alguns exemplos em pwa.rocks). Assim ele pode usufruir do seu conteúdo mesmo estando offline.

Qualidade de Conteúdo e do Produto

Se você acha que a qualidade do produto não influencia seu SEO, eis alguns motivos pra eu discordar:

  1. sinais sociais
    quando seu produto é bom e você posta algo no Facebook, muita gente curte apenas pela simpatia que tem com a marca. Veja a Fan Page do Nubank, por exemplo.
  2. referências
    peça para que seus clientes deixem referências sobre sua empresa no Google My Businness. Isso vale muito para SEO local.
  3. indicações
    o marketing mais antigo do mundo, o boca a boca ainda é grande parte da decisão de compra de alguém.
  4. blogs
    se o seu produto é bom, bloggers vão falar dele espontaneamente. Se for muito ruim também, mas aí ninguém vai querer comprar.
  5. comentários
    tanto on quanto offline, bons produtos geram comentários. E quanto mais comentários a mesma pessoa faz, mais perto ela chega de se tornar um advogado de marca.
  6. advogados de marca
    um fenômeno interessante tem ocorrido na página do Prefeito de São Paulo, João Dória. A equipe dele nem precisa mais proteger a índole dele, já que os próprios fãs da página fazem o serviço.

Agora vamos à pergunta principal do post: quando Mobile SEO se tornou importante?

Dez anos atrás (10 de Junho de 2007!) Steve Jobs revolucionou o mundo com a invenção do iPhone. Por mais que já houvesse Internet em celulares antes, era praticamente inviável possuir internet no celular e entender o que estava acontecendo ali. Na época, os planos de dados eram mínimos e os planos de voz e mensagens gigantescos. Hoje vê-se justamente um movimento contrário, em que as pessoas praticamente descartam a necessidade de telefonar e preferem ligar pelo WhatsApp (o famoso #vemdezap).

Agora, vamos refletir sobre como o smartphone trouxe importância para uma estratégia mobile na criação de um site e porque, mesmo com um grande delay por parte dos desenvolvedores.

Em 2007 nós já víamos possibilidade de vender pela Internet. Em 2007 foram vendidos 120 milhões de smartphones.

120 milhões de celulares no mundo? Hoje, só no Brasil, já temos mais.

Se você acha isso proporcionalmente pouco, saiba que em 2007 havia 1,3 bilhão de usuários na Internet. Ou seja, em uma conta rápida, podemos perceber que 10% dos usuários de Internet poderiam ter smartphones. Na época, isso era um belo oceano azul.

 

Mas, mesmo com essa oportunidade toda, o mercado de Marketing Digital não se preparou para vender para celulares. Na época, a velocidade das conexões não era tão boa e não se via como uma janela interessante de vendas ter um site otimizado para mobile. Assim, era comum que se investisse mais nos sites em Desktop em Flash, pois permitiam mais personalização (nem HTML5 havia).

Pois bem, o tempo passou e os sites mobile continuaram desvalorizados. Algumas poucas companhias possuíam, mas nada que fizesse o mercado se mover rumo à revolução mobile que viria em 2015. O Google, buscador com maior marketshare no mundo, anunciou que sites que não possuíssem versão mobile até dia 21 de Abril de 2015 seriam demovidos do índice mobile. No Desktop nada aconteceria, mas nessa altura a proporção de acessos mobile já rondava os 40% de grandes sites e perder essa fatia do mercado não era interessante para ninguém.

Eis que começa o Mobileggedon

O mercado resolveu chamar de “o Armageddon Mobile” essa postura do Google. Um Deus que me acuda tomou conta de todos e uma piracema de sites mobile ruins apareceram. A única missão era conseguir a tag “mobile-friendly” na SERP do Google. Veja que não se pensava no usuário e no benefício que a empresa teria. O único agradado aqui é o Google em sua imponente posição de ameaçar isso.

Chegou o dia 21 de Abril e o que aconteceu? Nada de estrondoso.

Quem não tinha site mobile ainda estava roendo as unhas, enquanto quem tinha estava com o rei na barriga. Mas de nada adiantou. O algoritmo foi lento e isso gerou certa revolta. Lembro bem de alguns clientes reclamando que pagaram muito mais por um site mobile no subdomínio m.dominio.com.br porque nós como consultoria havíamos avisado que a perda seria grande. A outra agência não conseguira entregar o site a tempo e como nada aconteceu, nós ficamos descreditados.

Pouco tempo depois veio a primeira marolinha. Alguns posts rodavam pela Internet dizendo que perceberam um impacto em suas SERP’s, mas nada que valesse a correria que tinha acontecido.

Enfim, para o mercado, o “Mobilegeddon” foi o início da importância do Mobile SEO.

E como ficou o mundo pós apocalíptico?

Apesar de o Google ter começado a avisar os webmaster com mais de um ano de antecedência, percebeu-se um grande grau de amadorismo por parte dos desenvolvedores que tentavam adaptar sites desktop para mobile. Nasceu e morreu o “mobile only” que pregava que os sites deveriam ser desenvolvidos apenas para mobile e, trabalhando com porcentagens, se adaptariam ao Desktop de forma esticada.

Alguns meses depois do fatídico Abril, o cenário começou a mudar para o SEO Mobile. Grandes marcas que ainda não haviam se adaptado começaram a sumir das buscas mobile e o sensores de mudança de SERP começaram a apitar. Mas ainda apitavam baixinho. E, no Brasil, como sempre, a atualização veio só depois de ser amplamente discutida nos EUA (o que nos dá tempo de preparação e isso é bom).

Agora, com a certeza de que o apocalipse realmente estava vindo, começou-se a pensar em sites responsivos, adaptativos ou em URL’s separadas. O Google já vinha com um bom material escrito então facilitava bastante para os Webmasters correr atrás do prejuízo.

Quem se adaptou, se deu bem. Quem não correu atrás, ficou pra trás.

Agora o que está em voga no SEO para Mobile?

Muito se fala de páginas AMP (Accelerated Mobile Pages) e no benefício que elas tem nas SERP (Search Engine Result Pages). Aborda-se também a importância de ter um especialista em usabilidade mobile nas equipes de SEO, haja visto que o tráfego de dispositivos móveis já ultrapassou o tráfego de computadores, tablets e notebooks.

E a promessa é que no ano de 2017 haja uma inversão de algoritmos: o Mobile-First Indexing. Basicamente, o mobile first indexing é uma mudança na forma como o Google rastreia, analisa e ranqueia as SERP’s.

Antes a SERP Desktop era composta pelos melhores resultados para Desktop e a SERP Mobile seguia basicamente a mesma ordem, só removendo ou demovendo resultados muito ruins em usabilidade, velocidade e UX.

Agora, com mais tráfego mobile, o Mobile-First Indexing inverte essa ordem. Primeiro o Google analisa o site mobile, com seu conteúdo, UX, usabilidade e velocidade. Faz a ordenação dos resultados na SERP e repete a ordenação para o Desktop. Caso seu site seja apenas Desktop, grandes chances de você perder bastante tráfego do Google em 2017.

Enfim, espero que você tenha gostado desse artigo e que interaja com ele. Comente abaixo como foi sua mudança para o mundo do Mobile SEO e o que você queria ter visto nesse artigo!